quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Divulgação | Novidades Guerra e Paz disponíveis a 18 de Outubro

Dicionário de Palavras Soltas do Povo Transmontano
15,6x23
 224 páginas
18,00 €
Não Ficção | Dicionários
Nas livrarias a 18 de Outubro
Guerra e Paz Editores 

O título deste comunicado é do Prof. Adriano Moreira, que escreveu estas palavras, no prefácio deste Dicionário de Palavras Solta do Povo Transmontano. Compilado por Cidália Martins, José Pires e Mário Sacramento, sem pretensões académicas, mas feito com rigor e abrangência, este dicionário pretende travar a erosão da memória e constitui um inestimável acervo da fala das gentes de Trás-os-Montes. Chega às livrarias a 18 de Outubro, com sessão de lançamento agendada para dia 25, às 18h30, na Academia das Ciências de Lisboa. Com apresentação de Ana Salgado, que acompanhou a Obra na qualidade de consultora, e é responsável pela revisão.

Com mais de 10 200 palavras e expressões típicas de Trás-os-Montes, desde o vocabulário em vias de extinção, de que só as gerações mais velhas se recordam, passando pelo calão, pela gíria, até às palavras e expressões castiças reinventadas pela nova gente transmontana, o Dicionário de Palavras Soltas do Povo Transmontano é um valioso instrumento para dar a conhecer o vasto património da língua portuguesa cuja grande riqueza reside na sua diversidade.

Os transmontanos conferem à língua portuguesa uma vitalidade própria. O seu linguajar está repleto de graciosidade, alguma malícia e muito humor à mistura. Este dicionário descodifica, de forma simples e descomplicada, o significado desse falar e dizer único e divertido. A recolha vocabular vai dirigida ao público em geral, acessível a todos, e reflecte o quotidiano dos transmontanos, o modo como se fala. Perante a graça e inventividade deste vocabulário, somos todos transmontanos.


Os Três Mosqueteiros
Alexandre Dumas
Adaptação de Elizabete Agostinho
14x20,5
144 páginas
13,90 €
Nas livrarias a 18 de Outubro
Guerra e Paz Editores  

Os Livros Estão Loucos quer ser uma colecção irreverente e clássica ao mesmo tempo. Quer que os nossos miúdos leiam. E quer que nas primeiras leituras entrem logo em contacto com a melhor literatura. Quer que as nossas crianças ponham um pé no imaginário de aventura e beleza que os grandes livros ofereceram à humanidade. Os nossos miúdos, por serem nossos filhos e nossos netos, e porque muito os amamos, merecem o melhor que a humanidade tem. Os Três Mosqueteiros é, de espada em riste, o quarto livro da nossa colecção.
Isto é o que a editora Guerra e Paz quer dizer aos pais e aos avós: ponham os vossos filhos e netos a ler estes livros.
 
E agora vamos falar aos nossos leitores. Já estás a ler? Então bora lá: prepara a tua espada e junta-te à luta pelo bem, escapa aos inimigos e defende as donzelas em apuros.
É este o desafio de Os Três Mosqueteiros, de Alexandre Dumas, agora adaptado por Elizabete Agostinho para a colecção de literatura juvenil da Guerra e Paz, Os Livros Estão Loucos. A 18 de Outubro são um por todos e todos por um nas livrarias e locais de venda habituais. Sim, porque a colecção já conta com três outros títulos: Robinson Crusoé, Romeu e Julieta e Alice no País das Maravilhas.

Athos, Porthos e Aramis são os três valentes mosqueteiros ao serviço do rei Luís XIII neste fantástico livro de aventuras, espadas e intrigas em que a personagem principal é D’Artagnan, um jovem com muitos sonhos que partiu para Paris porque queria ser… mosqueteiro, claro! No século XVII, pertencer à companhia do senhor de Tréville, capitão dos mosqueteiros d’el-rei, era uma honra, só ao alcance dos mais bravos e corajosos.

E quem não quer defender também a rainha, Ana de Áustria, infanta de Espanha e Portugal? Dizem que ela se apaixonou pelo duque de Buckingham. Se o rei descobre, haverá guerra pela certa! Há também um enigmático homem com uma cicatriz na testa. Estará ao serviço de quem? E parece que o cardeal de Richelieu anda a tramar alguma…


O Índice da Maldade
Hernâni Carvalho
200 páginas
15,50 €
Não Ficção/Criminalidade
Nas livrarias a 18 de Outubro
Guerra e Paz Editores | Clube do Livro SIC 

Este é um livro forte: não recomendado a pessoas sensíveis. Hernâni Carvalho construiu o inédito Índice da Maldade a partir da Escala da Maldade, do consagrado psiquiatra Michael Stone. Dos níveis 1 a 22, o jornalista e comentador da SIC analisa os casos de homicídio, tortura e violação que mais abalaram os portugueses nos últimos anos: Renato Seabra, Rei Ghob, Manuel Palito, o Estripador de Lisboa, o Monstro de Beja, o Mata Sete, o Violador de Telheiras… O que têm em comum e o que os separa?
Das origens da maldade à relação entre homicidas e psicopatas, passando pelas linhas ténues que separam a maldade da loucura, o autor coloca-nos frente a frente com uma realidade perturbante, mostra-nos os factos, desmistifica ideias feitas. Afinal, o ser humano é mesmo mau? Para esta pergunta, Hernâni Carvalho encontra diferentes níveis de resposta no livro O Índice da Maldade, prefaciado por Vítor Amorim Rodrigues.
O livro, da chancela Clube do Livro SIC, chega às livrarias a 18 de Outubro. A sessão de lançamento decorre a 19 de Outubro, às 20h30, na Fnac Colombro, em Lisboa. Com apresentação da Dra. Sofia Matos.


Caderno de Memórias de Difícil Acesso 2
Raquel Palermo e João Lacerda Matos
14x20,5
168 páginas
13,90 €
Nas livrarias a 18 de Outubro
Guerra e Paz Editores 

Antes de falarmos do novo Caderno de Memórias, recebemos uma notícia que nos deixou de boca aberta. O Norberto que é a bestinha que tenta espancar todos os miúdos da escola quando vão à casa de banho e meter-lhes a cabeça debaixo da torneira, leu o primeiro Caderno de Memórias. O Norberto, que até parece uma bestinha e é o rei dos bullies, disse: «Pensava que ler era chato! #sóquenão. Bom, é que este Santiago deu-me a volta. O livro é giro. Claro, logo que o apanhe, enfio-lhe a cabeça duas vezes debaixo da torneira, outra vez.»
Agora, pedimos um grande favor: não digam nada ao Santiago que ele pensa que o diário dele (perdãããão, o caderno de memórias) ainda é secreto.
E vamos lá então falar do segundo Caderno de Memórias. A Raquel Palermo e o João Matos Lacerda aparecem na capa como autores. Mas só porque roubaram o caderno ao Santiago Castelo e o copiaram com a letra deles. De que é que nos fala o Santiago agora?

De volta às aulas, para um novo ano lectivo, Santiago Castelo levou este novo Caderno de Memórias de Difícil Acesso [CMDA] para o acompanhar na nova aventura: «Este caderno novo foi o meu pai que mo deu. Vai começar um novo ano e, com o Norberto na minha turma, de certeza que vou ter muito que falar. Por isso, mais vale respirar fundo e começar a tomar nota».
Um bocadinho nervoso e cheio de medinho, Santiago Castelo regressa das férias e prepara-se para enfrentar Norberto, o bully da escola, na sala de aula. Isso e a irritante e perfeitinha irmã Mafalda, que ele tem de continuar a aturar. É assustador? É, sim senhor. Mas há também coisas boas e maravilhosas: também o esperam os amigos e a promessa de novas aventuras, novas amizades e, imagine-se, aulas de hip-hop. Enfim, tudo como dantes… Tudo? Não, inesperadamente surge uma ameaça, um ogre monstruoso que mudará muitas coisas… Vem aí o ataque dos bullies!

PS – Não podem perder o dia em que o Norberto chorou!
PS2 – Sabiam que os extraterrestres falam alemão?
PS3 – O Manel acaba a chorar na noite de Natal…


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quarta-feira, 11 de outubro de 2017

"O Retrato de Dorian Gray", Oscar Wilde

Dorian Gray é uma personagem famosa, que de certo modo se "intrometeu" na cultura popular, como o Conde Drácula, ou o monstro de Frankenstein, que até tomou o nome emprestado ao seu "criador". Já o tinha encontrado em filmes e numa série - ah, "Penny Dreadful", não deixem de ver! - mas enfim chegara a vez de dar a oportunidade ao romance.

Em "O Retrato de Dorian Gray" convivemos com um dandy peculiar. Dorian Gray é um jovem de posses, requintado, inocente, belo e jovem, que representa um ideal de beleza para o pintor Basil Hallward. Basil sente que desde que o conhece que o seu próprio estilo melhorou e o retrato de Dorian que executa é para si a sua obra prima. 
Enquanto Basil dá os últimos retoques no estúdio, o amigo Lord Henry, uma pessoa cínica bem influente, consegue que Dorian aprecie a própria beleza e inveje a pintura por permaneçer jovem, ao passo que ele próprio irá envelhecer. É uma injustiça... Sem se aperceber, Dorian coloca a própria alma em causa e inicia um processo de decadência.
É que o jovem percebe que pode dedicar-se inteiramente ao prazer sem se colocar a si mesmo em causa. Os anos passam e leva consigo outros à ruína, enquanto a própria reputação está em risco, mas Dorian ignora tais coisas mundanas.  É o retrato que sofre as consequências e mostra cada pecado na tela, e não ele...
É um livro bem interessante. Para já, tem um toque trágico e sombrio bem ao estilo da época. Dorian Gray torna-se vaidoso e egoísta, e parece atrair a má sorte para aqueles com quem se relaciona. A própria amizade com Basil e Lord Henry lembra um triângulo amoroso destinado ao fracasso. Se o primeiro não tem senão boas intenções e se assusta com a mudança de personalidade do amigo, o segundo teve um certo prazer em deturpar a inocência do jovem, como um tentador.
Além disso, pelo romance permanece a crítica à sociedade, seja ao "imoralismo" das classes mais altas, seja à própria Arte, o que é sempre curioso perceber. Tudo isto é permeado pelo estilo de escrita, muito delicado e requintado, que convida à "degustação" da leitura.
Gostei muito de o ler. Tem um ritmo lento, sendo portanto uma leitura para apreciar, e no fundo, deixa a ideia de que as melhores coisas são perecíveis. Porque de que vale a juventude eterna se a própria vida deixa de ser surpreendente? 
Recomendo, para conhecerem o "verdadeiro" Dorian Gray.
  

Sinopse

E vocês, já leram "O Retrato de Dorian Gray"? Qual é a vossa opinião?
Boas leituras!

Divulgação | Novidades Bertrand já disponíveis

Género: Literatura / Thriller| Tradução: Nuno Castro | Formato: 15 x 23,5 cm | N.o de páginas: 552 | Data de lançamento: 4 de outubro de 2017 | PVP: € 22,90 | ISBN: 978-972-25-3420-8

À semelhança dos livros anteriores, também em «Origem» Dan Brown coloca uma grande questão: será que a ciência tornará a religião obsoleta? Assentando na premissa De Onde Vimos. Para Onde Vamos., este novo livro acompanha novamente o simbologista Robert Langdon em proezas entre enigmas estrondosos, inventivos e de uma enorme atualidade, desta vez em cidades espanholas.

Em Bilbau, Espanha, Robert Langdon assiste a um dos mais grandiosos anúncios de sempre: a revelação da descoberta que «mudará para sempre o rosto da ciência». Este é o catalisador de uma viagem emocionante e viciante pela arte moderna e símbolos enigmáticos em busca da verdade.
Com 200 milhões de exemplares de livros impressos em todo o mundo, com tradução para 56 línguas, Dan Brown é o autor de thrillers mais popular globalmente, autor de diversos livros que conquistaram o no 1 dos tops internacionais, como «O Código da Vinci», «Anjos e Demónios», «Símbolo Perdido»,« Inferno», «A Conspiração» e «Fortaleza Digital».
 
Dan Brown estará em Lisboa para o lançamento do seu novo livro, «Origem». O evento, aberto ao público e de entrada gratuita, acontecerá às 17:00 de dia 15 de outubro, domingo, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.


Género: História | Tradução: Fernanda Oliveira | Formato: 15 x 23,5 cm | N.o de páginas: 480 | Data de lançamento: 6 de outubro de 2017 | PVP: € 22,20 | ISBN: 978-972-25-3398-0

«A Batalha de Creta foi muito diferente de qualquer outra travada durante a Segunda Guerra Mundial. Numa estranha mistura de novo e antigo, combinou a primeira e única invasão aerotransportada de uma grande ilha com uma resistência de guerrilha de uma era anterior». É assim que começa Creta 1941, da autoria do historiador militar britânico Antony Beevor. Este é o livro de referência sobre a resistência grega, muito aguardado pelos fiéis leitores do autor, e que chegará pela primeira vez a Portugal na sexta-feira, dia 6 de outubro.
Narrado de forma detalhada, envolvente e cuidada, com retratos vívidos das principais personagens e momentos do conflito, Creta 1941 apresenta um aspeto da Segunda Guerra Mundial que tem sido menos abordado, o que o torna particularmente interessante.
 
Referências na imprensa internacional:
«Beevor tem um dom para recriar o momento histórico e durante algumas passagens deste texto até o leitor mais imperturbável terá de parar para recuperar o fôlego. (...) Recomendado quer para o leitor
profissional, quer para o curioso.» (Library Journal)
 
«Excelente (...) uma narrativa fascinante dos esforços de guerra em Creta, incluindo a terrível experiência dos cretenses sob a ocupação germânica.»
(The Sunday Telegraph)
 
«Este é o livro A LER acerca do enorme papel que Creta desempenhou nos acontecimentos da Segunda Guerra Mundial.»
(The Helenic Book Service)


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sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Divulgação | Novidade Bizâncio para Outubro

Londres de Shakespeare por Cinco Groats ao Dia
Richard Tames
Código de Barras: 9789725305973
Nº de páginas: 208 (inclui 16 de extratextos a cores)
PVP: 15,00 (com IVA) 
Encadernação: Capa Dura
Formato: 14cmX21cm

Bem-vindos à cidade de Shakespeare e da rainha Isabel.
 
Os fiéis súbditos de Sua Majestade sentem que estão a viver uma época de ouro ─ Junte-se a eles e perceba porquê.
Explore Londres nos finais do século XVI, cidade de cortesãos, criminosos, mercadores, mendigos, advogados, dramaturgos, aprendizes e aventureiros. Aprecie as vistas, de Whitehall à abadia de Westminster, e visite o buliçoso Bankside, o novo bairro de teatros da capital, famoso pelas suas cervejarias, arenas e bordéis.
Este guia original e fascinante, baseado nas obras de autores da época dos Tudors e em panfletos, mapas, testamentos e documentos legais da mesma época, oferece uma perspectiva privilegiada da cidade de Londres no tempo da rainha Isabel, quando era vista na Europa como a «Cidade do Futuro».

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terça-feira, 3 de outubro de 2017

Divulgação | Novidades Guerra e Paz para 4 de Outubro

Revoltada
15x23
152 páginas
15,50 €
Não Ficção / Biografia
Nas livrarias a 4 de Outubro
Guerra e Paz Editores

Cem anos depois da Revolução de Outubro, uma história de choque. Como é que uma anarquista viveu a revolução comunista? Revoltada é um relato autobiográfico escrito por uma jovem de 29 anos, a quem um comboio cortou os pés e que está à espera de ser fuzilada, no mesmo local onde o marido, o poeta Aleksandr Iaroslavski, fora já executado. Uma autobiografia, descoberta nos arquivos secretos russos, sem qualquer indício de fraqueza, cheia de um ódio de morte aos agentes da Tcheka, a polícia secreta bolchevique.
Este é um testemunho intenso, escrito com uma linguagem bruta, directa e com uma sinceridade absoluta. Mais do que uma autobiografia, o jornal Le Monde, chamou a este relato uma autonecreologia. Traduzido do russo por Nonna Pinto, chega às livrarias nacionais a 4 de Outubro.
Revoltada é um relato escrito por quem carrega consigo a «farpa do perdão universal», odiando o sistema soviético, mas nunca as pessoas. Em 1917, a autora, Evgénia Iaroslavskaia-Markon, que cresceu numa família da burguesia judaica, vagueia pelas ruas gritando «carrascos». Activista, percorre a União Soviética dando conferências. Descobrirá a sua verdadeira convicção política na marginalidade, no roubo, no crime e no fascínio pelo perigo. Será condenada por terrorismo e propaganda anti-soviética.


Soares Sempre Fixe!
Inácio Ludgero
23x29
112 páginas
22,00 €
Ficção / Fotografia
Nas livrarias a 4 de Outubro
Guerra e Paz Editores | Sociedade Portuguesa de Autores  

Durante quatro décadas, Inácio Ludgero, colaborador da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) e fotojornalista, fotografou Mário Soares em campanhas eleitorais, em visitas de Estado, em momentos de reflexão e de convívio, dentro e fora da vida política e partidária. O resultado destes retratos, expostos na Galeria Carlos Paredes, na SPA, desde Maio, dá agora origem a um livro com o mesmo nome: Soares Sempre Fixe!, que chega às livrarias a 4 de Outubro.
Mais do que um registo cronológico da vida de Mário Soares – e da sua companheira de sempre, Maria de Jesus Barroso -, este livro colhe retratos da vida como cidadão, pensador, político e homem de cultura e grandes afectos, de uma personalidade incontornável da democracia portuguesa. Um homem que ficará para sempre na história deste país. Este é um livro que se apresenta como uma referência intensa e afectuosa da vida colectiva de Portugal nas derradeiras décadas do século XX e no início do século XXI. A enriquecer o livro, o leitor encontrará os textos de José Jorge Letria, Eduardo Lourenço e Guilherme d’Oliveira Martins.


Saudação a Walt Whitman | Canto de Mim Mesmo
Álvaro de Campos, Fernando Pessoa | Walt Whitman
15x20
200 páginas
16,00 €
Nas livrarias a 4 de Outubro
Guerra e Paz Editores  

A Guerra e Paz oferece aos leitores um novo Livro Amarelo, com apresentação de Jerónimo Pizarro. Saudação a Walt Whitman | Canto de Mim Mesmo é o encontro de dois grandes poetas, Fernando Pessoa, ou o seu heterónimo, Álvaro de Campos, e Walt Whitman. A versão do poema de Pessoa foi estabelecida por Jerónimo Pizarro e a tradução do poema de Whitman, foi feita para esta edição por João Moita.
Disse Harold Bloom que Pessoa era o maior herdeiro português de Whitman. Pessoa não desmente essa filiação. Jerónimo Pizarro, mestre-de-cerimónias deste encontro de Campos e Whitman, recorda-nos uma declaração pessoana: «O heterónimo de monóculo sente-se um Whitman “em Brooklyn Ferry dez anos antes de eu nascer”.» Pessoa nunca negou a influência de Whitman e, como se diz na apresentação, «toda a sua produção de 1914-1916, e não só, torna-se-nos mais compreensível se a aproximarmos de Whitman».
Os dois admiráveis poemas, que aqui se juntam, reforçam essa comunhão poética. Este livro, escreve Jerónimo Pizarro, «vem precisamente convidar-nos a uma leitura dupla, permitindo, neste caso, revisitar Whitman para reler Pessoa, ou, como sugeria Jorge Luis Borges, ler o segundo para afinar e desviar sensivelmente a leitura do primeiro, até porque Pessoa leu e sublinhou Song of Myself antes e depois de escrever a Saudação a Walt Whitman.» 


A Morte da Avó
Roby Amorim
15x23
232 páginas
16,00 €
Não Ficção | Biografia
Nas livrarias a 4 de Outubro
Guerra e Paz Editores

Maria Inácia da Conceição de Faria Machado Pinto Roby de Miranda Pereira da Rocha Tinoco, a personagem central desta narrativa, nasceu quando Portugal se digladiava entre facções ultraconservadoras e progressistas, em plena revolta da Maria da Fonte, e morreu durante a Guerra Civil Espanhol. A sua vida dá origem a esta biografia, assinada pelo neto, um dos nomes mais respeitados do jornalismo português, José de Roby Amorim. A Morte da Avó é a história de uma família que fez História. Chega às livrarias a 4 de Outubro.
Este é o registo de um mundo que terminou com a morte da própria avó. No prefácio que escreveu para este livro, diz António Lobo Antunes: «Roby Amorim consegue transformar uma Mulher na saga de uma família e de um tempo, com um bom gosto e um poder evocativo de alto calibre. […] quero apenas pedir LEIAM ISTO, uma vez que o engenho do Autor nos retrata também a nós mesmo, nos diversos tempos de que somos feitos.»
Esta é uma história inédita, centrada em Braga, imensamente portuguesa, espelho de Portugal numa determinada época. Uma biografia que conta com notas de contextualização do filho do autor, Nuno Roby Amorim.
«Este livro é um registo de um mundo que terminou com a morte da avó do meu pai, que ele presenciou e que eu só apanhei com os estilhaços de uma implosão, se não anunciada, pressagiada por aquilo que muitos designam por Progresso», esclarece.


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Divulgação | Novidade Bizâncio para os mais novos

 O Grande Livro dos Insetos
Yuval Zommer
Código de Barras: 9789725305928
Nº de páginas: 63

PVP: 16,00 (com IVA)  
Encadernação: Capa Dura
Formato: 23,5cmX34cm

Os insetos têm medo do escuro?
Porque marcham as formigas em fila?
Um caracol anda muito devagar, mas é assim tão lento?

 Encontra aqui as respostas para estas e tantas outras perguntas sobre insetos e outros bichinhos e diverte-te também a descobri-los nas imagens. Serás capaz de os localizar a todos?
Vais conhecer insetos de todo o mundo, a voar, a picar, a contorcer-se, e ficar a saber o modo como se alimentam, caçam e reproduzem.
 


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quarta-feira, 27 de setembro de 2017

"A Cúpula", Stephen King

Imaginem que num dia perfeitamente normal uma cúpula aparece sobre a vossa cidade. Há acidentes, choques contra a barreira, animais cortados a meio, famílias separadas e, o pior, é que a entrada e saída de ar parece mínima. Dali a uns dias viver dentro da Cúpula não é nenhum paraíso, principalmente quando as pessoas fechadas como formigas num viveiro tentarem tomar as rédeas da situação. Bem sabemos como funciona a mente humana em situações extremas...

Esta é a premissa de "A Cúpula". Neste romance, a cidade de Chester's Mill é envolvida por uma espécie de redoma transparente de um momento para o outro e a vida dos seus habitantes não vai ser a mesma. Dale Barbara, um cozinheiro veterano do Iraque que caiu em desgraça aos olhos do segundo conselheiro da cidade, Big Jim, não vai ter a vida facilitada. Até porque parece ser o homem ideal para comandar a cidade naquele estado de sítio, mas Big Jim está demasiado habituado a mandar.
Enquanto isso, acompanhamos as vidas dos restantes cidadãos, à medida que se apercebem que a saída da cúpula pode ser mais demorada do que inicialmente pensava, que os bens essenciais vão escassear e que o ar lá dentro cheira cada vez pior - e algumas crianças são assoladas por convulsões acompanhadas de visões.
Como podem prever, este romance providencia uma leitura cheia de suspense, porque o ser humano é capaz de tudo em situações de perigo e naquela cidade de tudo. Há o grupo a quem é dado poder policial que sabemos que vai abusar dele; quem se aproveite da situação, até economicamente; fanáticos religiosos; pelo menos um psicopata; pessoas honestas capazes de desonestidade para sobreviver, mas também "heróis" improváveis, aqueles capazes de feitos quando menos esperamos.
Mais do que perceber porque ali está a Cúpula, importa perceber como é que as personagens vão agir e lidar umas com as outras  e nisso é fascinantes. Ainda para mais, Stephen King tomou aqui a opção de utilizar um narrador omnisciente, com umas tiradas irónicas e vislumbres do futuro, e que nos dá acesso à perspectiva de vários cidadãos, o que torna o romance mais rico. Tal apenas causa alguma estranheza no início. Depois entranha-se, porque o leitor fica com uma visão alargada dos acontecimentos.

É, portanto, um livro que nos leva a pensar sobre a nossa mentalidade enquanto ser humano. Sobre a forma como é tão fácil adoptar a crueldade em grupo em vez da compaixão, e como isso pode ser tão perigoso. Porque em Chester's Mill, Big Jim, mais do que um vendedor de carros, é um pastor a encaminhar um rebanho que deveria pensar por si mesmo. Quantas vezes não assistimos a isso?
E quantas vezes não damos a nossa vida numa sociedade ocidental "privilegiada" como garantida? Até o ar que respiramos...
Tenho de recomendar "A Cúpula". O final pode parecer conter um "anti-clímax", mas é poderoso na sua "simplicidade". Além disso, o livro está carregado de suspense e deixa-nos a temer pelas personagens com quem simpatizamos. O que mais se pode pedir?

Sinopse
Já leram o livro? Qual é vossa opinião?
Boas leituras! 

Nota: No nossa país o livro foi dividido em duas partes.

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Divulgação | Novidades Guerra e Paz já disponíveis

E Se eu fosse deus?
Fernando Correia
15x23
224 páginas
15,90 €
Ficção / Romance
Nas livrarias a 20 de Setembro
Guerra e Paz Editores 

Fernando Correia percorre as ruas de Lisboa com Henrique, um sem-abrigo que lhe mostra as histórias de outros sem-abrigo e um submundo per­turbante. E Se Eu Fosse Deus? é o novo romance de Fernando Correia, baseado em testemunhos e facto reais. 
A prostituição, a droga, a dor, a loucura, a violência, mesmo o suicídio, fazem parte deste submundo, que a maioria de nós tende a ignorar. E se Deus estivesse, como um sopro, em cada um destes rostos de sofrimento? E se a beleza se esconder onde menos esperamos? Por vezes, o duro dia-a-dia supera qualquer ficção. A casa de Henrique é a Natureza. Henrique é um sem-abrigo de corpo, mas a sua alma guarda a única realidade que aceita e lhe chega através de uma entidade superior. «E se eu fosse Deus?», pergunta, num livro que prova que Fernando Correia é mais que um mero cronista radiofónico.

«Ele bem que podia ter recolhido testemunhos curiosos, mais ou menos jornalísticos, sentado à mesa do seu computador. Mas não, ele fez-se ao caminho, ele partiu ao encontro das “periferias”, ele, enfim, foi ao tropeço com o flagrante da dor e dos olhares vazios de sonhos. Ele fez o seu Natal no encontro com os pobres da manjedoura lisboeta», destaca o Professor Antunes de Sousa no prefácio: «Desprende-se deste relato em chamas uma urgência que a todos convoca e interpela».


O Beijo da Madame Ki-Zerbo
Adriano Mixinge
15x23
152 páginas
14,50 €
Ficção / Romance
Nas livrarias a 20 de Setembro
Guerra e Paz Editores 

A fotografia, a arte, a literatura africana contemporânea são as grandes fontes de inspiração e de debate de O Beijo da Madame Ki-Zerbo, o mais recente livro do escritor e crítico de arte Adriano Mixinge, que chega às livrarias a 20 de Setembro.
Esta é uma antologia de 36 textos de Adriano Mixinge, publicados, entre 1997 e 2009, nas colunas «Cartas de Espanha» e «Postal de Paris», no Jornal de Angola. Trata-se de um livro cosmopolita: nele se comparam pinturas como Dans la Guerre, de Viteix, e Guernica, de Picasso; nele se fala da singularidade da obra artística de Annette Messager; da vitalidade cultural de Paris e de Madrid; da transcendência do encontro com Jacqueline Ki-Zerbo em Granada; desse momento em que também conhece a sua mulher Rosa Cubillo; das saudades de Luanda e o sonho de uma n’denguelândia em Angola.
O Beijo da Madame Ki-Zerbo testemunha um período fértil em experiências culturais e em encontros que marcaram a vida do autor, e que ajudam a compreender tanto a trajectória profissional como as escolhas estéticas e criativas até à publicação do romance O Ocaso dos Pirilampos, também pela Guerra e Paz, em 2014, distinguido com o Prémio Literário Sagrada Esperança. Adriano Mixinge actualmente é conselheiro cultural na Embaixada de Angola em Espanha.

As ilustrações da capa e do interior são de Rosa Cubillo.


Refugiados – 50 Vidas Sem pátria e com História
José Jorge Letria
14x21
184 páginas
18,50 €
Não Ficção / História
Nas livrarias a 20 de Setembro
Guerra e Paz Editores

Uma em cada 113 pessoas na Terra está deslocada, refugiada ou à espera de asilo. É a maior crise migratória forçada desde a Segunda Guerra Mundial: 65,6 milhões de seres humanos precisam de ajuda e protecção. Refugiados – 50 Vidas sem Pátria e com História, de José Jorge Letria, relata o percurso e as histórias de superação de 50 refugiados que fizeram do nosso mundo um mundo melhor.
Albert Einstein, Sigmund Freud, Dalai Lama, Freddy Mercury, Karl Popper e Hannah Arendt eram refugiados. São apenas alguns dos nomes incluídos nesta obra. O mundo ajudou-os e, cada um deles, devolveu em dobro a ajuda que recebeu. O livro que reúne estes retratos, registados com a sensibilidade e aprumo de José Jorge Letria, chega às livrarias a 20 de Setembro.
Com prefácio de Ana Gomes, membro do Parlamento Europeu, Refugiados – 50 Vidas sem Pátria e com História é um livro de grande actualidade, com exemplos dramáticos de homens e mulheres que deixaram famílias e raízes para trás mas acabaram por triunfar. São histórias de resistência e reconstrução, num livro belíssimo, com acabamentos especiais: lombada com costura à vista; miolo impresso a duas cores e cosido a linha vermelha. Um testemunho que inclui fotos históricas impressionantes, desde a I Guerra Mundial até aos recentes refugiados sírios no Mediterrâneo.


Piedade para os Pecadores
Manuel Lemos Macedo
15x23
280 páginas
17,50 €
Ficção / Romance
Nas livrarias a 20 de Setembro
Guerra e Paz Editores  

Qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência. Piedade Para os Pecadores é o novo romance Manuel Lemos Macedo, um português que, depois da nacionalização da firma familiar de que era presidente, foi viver para a Irlanda. Seguiu-se Paris e Madrid, onde trabalhou em bancos de investimento, até criar uma sociedade de serviços financeiros em Lisboa. Piedade Para os Pecadores conta a história de um português na vida louca dos mercados financeiros. Chega às livrarias a 20 de Setembro e é um tema invulgar na ficção portuguesa.
Este é um mergulho na Bolsa e nos grandes negócios: um mundo de manipulação e ganância. O mundo da alta finança visto e romanceado por quem o viveu, com uma escrita sofisticada, um estilo que evoca Proust, para leitores requintados, com Miguel como personagem principal.
«As revoluções e as feiras cada um as vê à sua maneira. “Entre a revolução e o pelotão de fuzilamento há sempre tempo para uma garrafa de champagne”, dizia um em 1917, noutro país. A mim a notícia da revolução apanhou‑me em Miranda, a minha terra natal, no momento em que entrava numa reunião em que se discutiam os aumentos de salários na firma familiar; uma firma provinciana em quinta geração com três mil empregados, em que todos os lugares de responsabilidade estavam entregues a sócios com diferentes graus de parentesco. Eu era o presidente.»
Presidente de uma firma familiar com três mil empregados, o protagonista tem a vida plácida e cheia de encantos de um menino rico. Mas, com um dia-a-dia previsível e repetitivo, não consegue libertar-se da inquietante sensação de que morrerá sem nunca ter conhecido a verdadeira vida. Aproveita o 25 de Abril de 1974 para se demitir e partir sozinho para Paris. Como broker, entra no mundo dos mercados financeiros e as aventuras românticas não se fazem esperar. Piedade Para os Pecadores é um romance de e sobre o luxo, a intriga, a honra e a falta dela, o amor e o sexo.


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